

"Quatro coisas deve o educador ter sempre em mente: os seus conhecimentos, a sua conduta, a sua integridade e a sua lealdade."
Tal necessidade encontra-se bem patente nos instrumentos de planeamento da Rede Social, tendo sido uma das problemáticas associadas ao envelhecimento identificadas no Diagnóstico Social deste programa, de combate à pobreza e à exclusão social.
Em termos operativos o Avós na Net tem por objectivo disponibilizar, às vinte e quatro IPSS com valência de Lar e Centro de Dia, equipamentos informáticos (computadores com ligação à Internet e colocação de dispositivos Webcam, permitindo visionar o utente e o familiar, por forma a minorar as distâncias físicas que os separam.
Com este projecto procura-se ainda fortalecer os laços intergeracionais, estimular alegria entre os idosos e familiares e fomentar a prática das novas tecnologias aos “jovens” com 65 e mais anos.
O programa Voluntariado Jovem para as Florestas vai ter várias actividades: sensibilização das populações, vigilância móvel e fixa, limpeza e manutenção de parques de merendas, inventariação, sinalização e manutenção de caminhos florestais e acessos a pontos de água, apoio logístico aos centros de prevenção e detecção de incêndios florestais, inventariação e monitorização de áreas ardidas e espécies animais e vegetais em risco e actividades de reflorestação e controlo de espécies invasoras.
Os interessados em participar encontram informações complementares junto dos Serviços do Instituto Português da Juventude, ou no Portal da Juventude.
Os jovens vão trabalhar em turnos, das 10h00 às 15h00 ou das 15h30 às 21h00.
O programa decorrerá no período compreendido entre 1 de Junho e 30 de Setembro e podem candidatar-se associações ambientalistas, entidades públicas ou privadas cujo âmbito territorial tenha representação nas áreas de intervenção definidas para o projecto, organizações não governamentais e outras entidades que prossigam objectivos abrangidos pela área de intervenção deste programa.
As candidaturas das entidades devem ser apresentadas mediante preenchimento de ficha própria (constante no Portal da Juventude, em www.juventude.gov.pt) e entregues nos Serviços do IPJ até 15 dias antes da data prevista para o início de cada projecto.
Fonte: SolEste fundo pretende garantir uma resposta rápida e eficaz, tanto a nível nacional como internacional, a todas as pessoas que tenham a sua vida, saúde ou dignidade humana ameaçadas pela ocorrência de catástrofes, fornecendo-lhes alimentos, água, abrigo, cuidados médicos, sistemas de saneamento e apoio psicológico.
De acordo com dados fornecidos pela OFDA/CRED International Disaster Database, o ano de 2007 registou um aumento de catástrofes naturais de 40% face ao ano anterior. Isto corresponde à ocorrência de 414 desastres naturais que afectaram 201 milhões de pessoas – 1 em cada 33 pessoas no planeta.
Assim, a recolha de donativos permitirá não só treinar as equipas de acção da China e da Birmânia, como também adquirir equipamento especializado – unidades móveis de telecomunicações e hospitais de campanha – e estabelecer locais de acolhimento nos locais afectados.
O presidente nacional da CVP, Luis Brabosa, afirma que «as notícias de cheias, terramotos, deslizamentos de terras, secas, furacões, entre outros, chegam-nos, hoje, quase diariamente. Esta situação é alarmante e requer mudanças urgentes e profundas no modo de pensar e actuar das pessoas».
E acrescenta que «a fim de fazermos face aos desafios que temos pela frente, devemos, acima de tudo, preparar-nos. Pois, ao estar melhor preparados, podemos actuar com mais eficácia e, mesmo, salvar vidas, por mais limitados que sejam os recursos de que dispomos».
COMO PODE AJUDAR A CRUZ VERMELHA:
Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por pagamento de serviços e marcando entidade 20999 e referência 999 999 999.
Ligando para o número 760 20 22 22 cedido pela PT Comunicações (custo da chamada 0,60€+IVA).
Efectuando um depósito ou transferência bancária para as contas CVP – Fundo de Emergência
- Millennium BCP – nº45307610691 / NIB 0033 0000 4530 7610691 05
- Caixa Geral de Depósitos – nº 0027082402230 / NIB 0035 0027 0008 2402230 53
- Banco BPI – nº 3631911 000 001 / NIB 0010 0000 3631 9110001 74
- Totta – nº 000314691778020 / NIB 0018 0003 1469 1778020 27
- Banco Espírito Santo – nº 0001 4968 7394 / NIB 0007 0000 00149687394 23
- Montepio Geral – nº 087100053716 / NIB 0036 0087 99100053716 51
- Barclays – nº 117201022464 / NIB 0032 0117 00201022464 75
- BANIF – nº 57/629520 / NIB 0038 0057 00629520771 72
- Banco Português de Negócios – nº 026511345-10-001 / NIB 0079 0000 26511345101 76
Enviando um Cheque ou Vale Postal pagável à CVP – Fundo de Emergência para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 9 de Abril, nº 1 a 5, 1249-083 Lisboa).
Estes donativos são dedutíveis nos impostos. Para que seja possível emitir o devido recibo de donativo necessário para anexar à declaração de impostos, o doador deverá enviar para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa os seus dados pessoais (nome, número de contribuinte, morada, código postal e localidade) e cópia do talão comprovativo da operação de donativo.
Fonte: Sol
De acordo com as Nações Unidas, houve já um caso de duas pessoas detidas por aliciarem menores que se encontram em abrigos temporários. "Um intermediário veio e tentou recrutar crianças. A polícia interveio para os deter", disse à AFP Anne-Claire Dufay, responsável na Birmânia do Fundo da ONU para a Infância. O balanço oficial mais recente aponta para a morte de 34 273 pessoas (40% das quais serão crianças, segundo a Save the Children), havendo ainda quase 30 mil desaparecidos. Mas estima-se que o número de vítimas possa superar as cem mil pessoas.
Para a Organização Mundial de Saúde, o próximo perigo vai ser a dengue e a malária . "Vão seguramente surgir como preocupações importantes dentro de quatro a cinco semanas", indicou a porta-voz, Fadéla Chaib. Por enquanto, a prioridade são ainda os feridos e prevenir doenças infecciosas como a diarreia ou a rubéola. Oito "kits médicos", suficientes para suprir as necessidades de dez mil pessoas durante três meses, foram enviados para os locais mais afectados.
Doze dias após a catástrofe, a Cruz Vermelha continua a dizer que os sobreviventes necessitam "desesperadamente de abrigo, água potável e primeiros cuidados". A tarefa da organização é dificultada pelos entraves colocados pela junta birmanesa na entrada de trabalhadores humanitários. Bridget Gardner, a primeira responsável de uma organização humanitária internacional autorizada a visitar oficialmente os locais afectados, louvou o trabalho dos voluntários birmaneses da Cruz Vermelha: "São verdadeiros heróis da acção humanitária."
A ONU apelou ontem à junta militar para que autorizasse uma "ponte aérea" para a Birmânia, enquanto a União Europeia pediu o acesso "sem entraves" para os trabalhadores humanitários. "Até ao momento, o país não necessita dos trabalhadores humanitários especializados", assegurou o vice-almirante Soe Thein, alto responsável militar citado por um jornal governamental. As necessidades de centenas de milhares de sobreviventes "foram satisfeitas, em certa medida", acrescentou.
* Com Agências
Fonte: http://www.solidariedade.pt/sartigo/index.php?x=3329
As doenças em causa são o Autismo, Trissomia 21, Paralisia Cerebral, Opacidade Visual, Ataxia de Friedrich, Síndrome de Cornélia de Lange, Síndrome de West, Síndrome de Rett, Síndrome de Angelman, Doença de Charcot-Marie-Tooth, Microcefalia, Hidrocefalia, Síndrome Fetal, Epilepsia e Deficiência Mental Grave.
«Quero que todos sintam que estes cidadãos têm muitas necessidades a que ainda não fomos capazes de dar resposta» , afirma Maria Cavaco Silva numa mensagem vídeo na página electrónica da Presidência.
A primeira dama afirma querer que «nada os impeça de estar connosco, nas nossas ruas, nas salas de espectáculo, nos restaurantes, e nos museus».
Maria Cavaco Silva recorda que Maio é o mês do Dia da Mãe e que, por isso, quer celebrá-lo «com estas mães que têm que ser o rosto e a voz dos seus filhos».
«Quero que nunca se sintam abandonados ou desamparados, mesmo quando os seus pais partirem antes deles» , declara, sublinhando tratar-se da sua homenagem às mães e pais que «não desistem, que não se resignam».
Maria Cavaco Silva diz que «devemos muito» a essas mães porque através da sua luta e amor, conseguiram que o País avançasse muito, nos últimos anos, em relação às necessidades especiais destes cidadãos.
Fonte: Lusa/SolNo caso português, considera a Cáritas, as autoridades devem redobrar os «apoios aos mais carenciados, distribuindo bens de primeira necessidade aos mais necessitados e com manifesta escassez de recursos financeiros e alimentares», um esforço que deve ser seguido pelo resto da população.
Os portugueses devem ser alertados para a sua «responsabilidade na luta contra o desperdício de produtos energéticos e de bens alimentares» e as autoridades e organizações não governamentais devem aumentar a sua atenção aos casos problemáticos.
Além disso, a Cáritas quer a «preparação, atempada, de programas específicos e simplificados de modo a que os habituais intervenientes se possam candidatar, logo que necessário, para rapidamente prepararem programas de apoio dirigidos aos mais pobres».
A criação de «programas de formação e ocupação de jovens à procura do primeiro emprego e de desempregados de longa duração», mãos apoio ao auto-emprego com recurso ao microcrédito e o cumprimento das recomendações do Banco Mundial para «minorar ou eliminar as bolsas de pobreza em Portugal» são outros dos apelos feitos pela Cáritas Portuguesa.
Numa nota denominada, «os preços do petróleo, a escassez de bens de primeira necessidade e a fome em Portugal e no Mundo» a instituição que representa a pastoral social dos leigos na Igreja aponta o custo do petróleo e a aposta nos biocombustíveis como os factores principais para esta crise alimentar que se avizinha.
Por um lado, a «subida em flecha dos preços do barril petróleo» provocaram uma escalada do custo da «produção de bens manufacturados» mas também da própria produção agrícola devido ao transporte e ao trabalho dos «tractores e outras alfaias agrícolas».
«Os bens chamados matérias-primas subiram igualmente porque é necessário agricultá-los, colhê-los, transformá-los e transportá-los para os mercados e todas estas operações consomem energia cada vez mais cara», aumentando os «preços dos bens de primeira necessidade como o leite e os cereais».
Além disso, a aposta nos biocombustíveis fez disparar o preço dos cereais e «os mais atingidos por esta escassez de produtos de primeira necessidade e pela enorme elevação dos seus preços são os países mais pobres».
Mas além destes, mesmo na Europa estão em risco os «habitantes das classes mais baixas, os desempregados e até os novos pobres que se deixaram entalar por situações de sobreendividamento motivada pela simultânea elevação das taxas de juro», conclui a Cáritas.