
Desde 1978 que a investigação e aplicação destas normas tem estado em cima da mesa, mas só agora foi tomada a decisão de distinguir no próprio rótulo quais as loções cujo factor de protecção é seguro contra o cancro e quais as que só previnem contra queimaduras.
A partir de agora apenas os cremes com protecção igual ou superior a 15, ou seja, os que realmente protegem contra os efeitos dos raios UVA e UVB receberão a etiqueta que garante a protecção dermatológica do consumidor.
Proibidas ficam também as loções que se comercializam como ‘resistentes à água e ao suor’. A Agência Federal do Medicamento (FDA) estabelece que os cremes devem revelar de forma clara e precisa quanto tempo duram no corpo depois do contacto com a água, de forma a permitir ao consumidor saber quando deverá voltar a aplicá-las.
De acordo com o diário espanhol El País, o cancro de pele é um dos mais comuns nos EUA.
A cada ano dois milhões de pessoas recebem tratamento para esse tipo de cancro provocado pelos raios UVA e UVB. Desses dois milhões de pessoas a 68 mil é diagnosticado melanoma, a variedade mais grave desta doença.
Diversas provas científicas estabelecem que os protectores solares de gama ampla - que impedem os efeitos negativos dos raios UVA e UVB - são eficazes a proteger contra o melanoma.
Fonte: SOL
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