Na CeSolidária somos uma equipa de consultores independentes que acreditam nas organizações da economia social e solidária enquanto agentes de desenvolvimento das pessoas e dos territórios!
No contexto actual onde o mercado é cada vez mais exigente, a CeSolidária propõe-se a encontrar as soluções adequadas às solicitações dos agentes da economia social e solidária, através da prestação de serviços de consultoria especializada.
A CeSolidária tem como objectivos:
Capacitar as organizações da economia social e solidária para a intervenção sustentável;
Dotar técnicos, colaboradores e responsáveis das organizações da economia social e solidária de know-how e competências específicas, capazes de provocar a mudança na sua organização e no seu território;
Gerar mais valias e impactos nas comunidades locais, através da acção eficaz e eficiente das organizações da economia social e solidária; •Desenvolver relações sustentáveis e cooperantes entre empresas e comunidade;
Promover na sociedade portuguesa, o reconhecimento da economia social e solidária como um sector autónomo, profissional, qualificado e de proximidade, com capacidade de gerar respostas mais ajustadas às comunidades locais.
Dias 10, 11 e 12 de Dezembro, terá lugar mais um workshop com estadia incluída em Belgais.
Venha reencontrar o seu animal de poder, falar com o seu guia e descobrir que nunca mais se sentirá sozinho. Vai sentir-se fisicamente e emocionalmente mais equilibrado.
A Casa da Infância e Juventude “CIJE” e MEF – Movimento de Expressão Fotográfica, inauguram uma exposição de fotografia no dia 26 de Novembro de 2010, às 19h0 no Cine-Teatro Avenida, com o título “Relatos Encenados para uma História Contada”.
O projecto Relatos Encenados para uma História Contada foi um sucesso, permitiu explorar os medos e os sonhos, permitiu compreender a realidade através da construção de cenários, da encenação e do seu reflexo no momento da fotografia. Este projecto poderia ser mais um, mas não… este projecto foi aquele que anualmente as crianças aguardam pelo seu regresso, pelos seus amigos fotógrafos, por aqueles que através da fotografia tem acreditado no potencial artístico e imaginário de crianças com histórias de vida diferentes.
Estas histórias em fotografia sustentam uma novela simbólica, facilmente interpretável e que são o reflexo dos medos juvenis, das situações em que é exigido à sociedade uma maior atenção. Como todos os projectos, mais do que os seus objectivos, mais do que os seus orçamentos, este projecto é feito por pessoas para pessoas, neste projecto (e apenas a arte permite isso) estas crianças não foram um número, foram momentos de alegria, momentos de trabalho e empenho através de um meio (a fotografia) para atingir um fim (o sucesso deste projecto). Na inauguração todos podemos fazer parte deste projecto,porque ele não termina e se reconstrói com a presença de todos.
A melhor maneira de contribuir, neste momento, é fazendo donativos em dinheiro pois a equipa fará a aquisição dos bens necessários nos países vizinhos.
Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços
CAMPANHA SIBS: “Contribua aqui e agora!“
Todos os cidadãos podem contribuir através da rede Caixa Automática Multibanco (CA-MB) efectuando os seguintes passos:
1- Introduzir cartão bancário no Multibanco
2- Digitar Código Pessoal secreto
3 - Seleccionar Transferências
4- Seleccionar “Ser Solidário”
5 - Escolher a Entidade
6 - Indicar a Importância do donativo
7 - Seleccionar Opção de Impressão (Talão/Factura)
8 - Confirmar a operação
CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE PT e TMN - “Ligue para 760 206 206 e ajude a AMI”
A PT e a TMN disponibilizaram um número para o qual os clientes podem ligar a partir do telefone fixo ou telemóvel: 760 206 206.
Cada chamada realizada para este número apresenta o valor de 0,60€ +IVA, que reverterá a favor de três Organizações Não Governamentais com missões no HAITI: a AMI, a Cruz Vermelha e os Médicos do Mundo.
CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE OPTIMUS
A Optimus criou a linha de valor acrescentado - 760 100 800 (custo 0,60 € +IVA). Ao ligar para este número, 0,50€ revertem a favor da AMI.
CAIXA CRÉDITA AGRÍCOLA - Conta de Solidariedade
A Caixa de Crédito Agrícola disponibilizou a Conta Crédito Agrícola, com o NIB: 0045. 9060.40234156461.86
Se quiser que posteriormente lhe seja enviado recibo de donativo, envie-nos o talão de transferência ou depósito com o seu número de contribuinte.
Na sequência do terramoto que devastou o HAITI, partiu já uma primeira equipa de dois elementos da AMI, com destino à capital do país – Port-au-Prince, tendo-se disponibilizado uma verba de 20 mil dólares a utilizar na aquisição de água, medicamentos, desinfectantes e outro material de primeira necessidade.
Esta equipa tem como missão efectuar o levantamento de necessidades, coordenar acções de emergência com os parceiros locais e outros actores internacionais para desenvolver uma ajuda humanitária concertada e mais eficaz e preparar a chegada de uma equipa médica voluntária da AMI.
Entretanto, está já pronta a partir, de Lisboa, a equipa médica de 3 a 5 elementos, assim que estiverem reunidas condições para chegar rapidamente ao terreno e começar de imediato a trabalhar.
Num país onde 53,9% da população já vivia em situação de pobreza extrema, dispondo de 1 dólar por dia, e 46% dos seus 8 milhões de habitantes não tinham acesso a água potável, actualmente toda a ajuda eficaz é pouca, não podendo a AMI, de forma alguma, ficar indiferente.
A população do HAITI precisa urgentemente de todo o nosso empenho e para isso precisamos do seu contributo para a aquisição de mais medicamentos, material de penso e sutura, e todos os meios que vierem a ser necessários para prestar ajuda directa e sem demora às vítimas que sobreviveram a esta catástrofe de dimensões dantescas.
No âmbito das suas actividades, o Núcleo Distrital da Guarda da REAPN promove a Acção de Formação "Coaching: a arte de desenvolver os outros", dirigida a Gestores/as de recursos humanos, Técnicos/as e Dirigentes com funções de gestão e/ou coordenação nas Entidades e Técnicos/as de apoio social e intervenção comunitária, num total de 12 horas, em horário laboral 09h30-12h30 / 14h00-17h00, nas seguintes datas:24 e 25de Novembro de 2009. O local de realização da Acção de Formação será na Sala 17 da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico da Guarda, para um máximo de 30 participantes.
Com esta Acção de Formação pretende-se:
- Promover um desenvolvimento pessoal e profissional aos participantes;
- Dotar de conhecimentos e técnicas de coaching para que possam ajudar seus colaboradores a desenvolverem seus potenciais para atingir os objectivos propostos;
- Aumentar as capacidades e possibilidades nas intervenções sociais juntos aos seus utentes;
- Formar equipas de trabalho mais fortes e obter maiores resultados
Os interessados em participar deverão inscrever-seaté dia 18de Novembro, enviando para tal a ficha de inscrição (em anexo) correctamente preenchida para os contactos do Núcleo. Será dada prioridade às inscrições dos Associados da REAPN e à ordem de chegada das mesmas. O pagamento da Acção de Formação (40 € para associados e 60€ para não associados) deverá ser efectuado no primeiro dia da formação, onde será passado o respectivo recibo. Todos os participantes terão direito a certificado no final da formação, caso não excedam o limite de faltas admitido pelo Regulamento de Formação.
O III CONGRESSO do IPT sobre crianças e jovens em risco traz para a agenda social, educativa e jurídica a reflexão sobre as medidas educativas mais convenientes aos superiores interesses das crianças e jovens privados de um meio familiar e biológico e questiona o papel futuro das instituições de solidariedade social.
Para mais informações e inscrições online visite o blogue:
A Casa da Infância e Juventude “CIJE” e MEF – Movimento de Expressão Fotográfica
Exposição de Fotografia “Retrato(s) de Um Quotidiano”
Inauguração – 9 de Outubro de 2009, na Casa do Arco do Bispo
A Casa da Infância e Juventude “CIJE” e o MEF – Movimento de Expressão Fotográfica, desenvolveram um projecto designado “Retrato (s) de Um Quotidiano”, financiado pelo Ministério da Culturae pela Direcção-Geral das Artes. O resultado deste projecto estará patente em exposição, durante os dias 9 a 17 de Outubro, na Casa do Arco do Bispo. Será uma oportunidade para conhecer “narrações fotográficas” desenvolvidas por jovens da Casa da Infância e Juventude. Na inauguração, dia 9 de Outubro, será também possível assistirem a filme produzido no âmbito do projecto. “Integrar pela Arte” pretendeu potenciar a criatividade através da fotografia, na construção de histórias simbólicas e representativas das emoções e desejos das suas autoras. A exposição é um percurso simbólico na arte de fotografar que conseguirá exceder as expectativas dos seus visitantes, pelo que as autoras contam com a presença de todos e todas, será também um momento para conhecer o trabalho realizado pela Casa da Infância e Juventude e pelo Movimento de Expressão Fotográfico. Para mais informações poderá consultar o www.cijecb.blogspot.com e www.mef.pt
Nesta Brochura encontra toda a informação sobre a protecção na Parentalidade no âmbito da maternidade, paternidade e adopção (Decreto-Lei n.º 91/2009, de 9 de Abril).
Será recuperada uma casa em ruínas para receber os menores que pedem asilo em Portugal e que actualmente são acolhidos juntamente com os outros refugiados adultos.
Procedimento concursal comum com vista ao preenchimento de 153 postos de trabalho na carreira técnica superior do mapa de pessoal do Instituto da Segurança Social, I. P.
Licenciatura em: a) Serviço Social; b) Psicologia; c) Educador Social; d) Educador de Infância; e) Direito.
Distribuídos do seguinte modo:
Centro Distrital de Aveiro — 11 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social e Psicologia) Centro Distrital de Braga — 13 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social e Psicologia) Centro Distrital de Castelo Branco — 1 (a prover por licenciado em Serviço Social) Serviços Centrais — 4 (a prover por licenciados em Serviço Social, Psicologia e Direito) Centro Distrital de Coimbra — 4 (a prover por licenciados em Serviço Social e Psicologia) Centro Distrital de Évora — 1 (a prover por licenciado em Serviço Social) Centro Distrital de Faro — 10 (a prover por licenciados em Serviço Social, Direito e Educação Social) Centro Distrital da Guarda — 1 (a prover por licenciado em Direito) Centro Distrital de Leiria — 7 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social e Psicologia) Centro Distrital de Lisboa — 46 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social, Psicologia, Educador de Infância e Direito) Centro Distrital do Porto — 30 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social e Psicologia) Centro Distrital de Santarém — 6 (a prover por licenciados em Serviço Social e Educação Social) Centro Distrital de Setúbal — 15 (a prover por licenciados em Serviço Social, Educação Social e Psicologia) Centro Distrital de Viana do Castelo — 3 (a prover por licenciados em Serviço Social e Psicologia) Centro Distrital de Viseu — 1 (a prover por licenciado em Serviço Social)
Nos dias 18 e 19 de Junho de 2009 terá lugar no Auditório da ESEB as II Jornadas de Educação Social subordinadas ao tema “Dinâmicas Sociais – Espaços De Pensamento: A Intervenção Social Em Tempo De Crise".
“Ser Bebé Tornar-se Pessoa – Afectos Comemorativos” Organização e Coordenação Lourdes Lourenço e Helena Rodrigues
É com muito orgulho que vos apresento este livro, do qual faz parte um artigo da minha colega de trabalho Irene Sobral, Psicóloga Clínica na Casa de Infância e Juventude. Foi lançado no dia 30 de Maio em Lisboa e contou com a presença da equipa NIB (Núcleo de Investigação do Bebé), Dr. António Coimbra de Matos, Presidente da Ordem dos Psicólogos, Prof. Dr.ª Telma Baptista e comentários do Prof. Dr. José Diniz.
Educar sem Gritar é o mais recente livro do espanhol Guillermo Ballenato. O autor, especialista em Psicologia Educativa e Psicologia Clínica, aponta caminhos para uma educação mais sólida e eficaz com crianças e adolescentes. Sem alterar o tom de voz. Na sua opinião, é preciso compreender a perda de controlo de pais e educadores. E é necessário separar as águas. Gritar pontualmente é diferente de um estilo de comunicação agressivo e sistemático. "Os gritos surgem da sensação de impotência e perda de autoridade dos pais", afirma.
"O autoritarismo que se exercia há algumas décadas converteu-se numa permissividade tão ineficaz como contraproducente". Ballenato, que actualmente trabalha no Programa de Aperfeiçoamento Pessoal e Assessorias Técnicas de Estudo do Gabinete Psicopedagógico da Universidade Carlos II de Madrid, refere que há pais ameaçados pelas crianças que também gritam. E não se pode dizer a gritar que não se deve gritar.
Afecto, motivação, elogio e reconhecimento. O psicólogo considera que estes são alguns dos ingredientes essenciais para um bom ambiente familiar. Ballenato defende também que o professor "deve ser um modelo, uma referência moral, um exemplo de conduta". "A educação eficaz consiste em conseguir o equilíbrio entre a firmeza e a flexibilidade, a razão e as emoções, o controlo e a liberdade", escreve no seu livro. Um "manual" que dedica "a todas aquelas pessoas que têm o privilégio de educar e que, conscientes da sua responsabilidade, todos os dias o tentam aperfeiçoar".
EDUCARE.PT: Educar sem Gritar é o título do seu novo livro. Uma receita possível de concretizar? Guillermo Ballenato: O conhecimento da complexidade do ser humano ensina-nos que não há receitas que sirvam para todos os casos da mesma maneira. Cada pai ou mãe, cada menino ou menina, cada família, cada grupo de classe são diferentes. Sou um apaixonado pela comunicação e educação e, neste livro, quis partilhar e dar a conhecer a validade de alguns princípios básicos que se devem ter em conta na hora de abordar a tarefa de educar. Este manual foi gerado com emoção, durante muitos anos de trabalho, observação, reflexão e experiência. Estou convencido de que o público, tão culto e ávido de conhecimento, o receberá com a mesma receptividade e êxito que está a ter em Espanha.
E: Os pais, educadores e professores devem sentir-se culpados quando gritam com crianças e jovens? GB: Devemos ser compreensivos com a perda de controlo de muitos educadores no desempenho de uma tarefa tão complexa e difícil. Não é o mesmo uma perda de controlo pontual e um estilo de comunicação agressivo e autocrático sistemático. Em qualquer caso, não faz sentido culpabilizarem-se. É difícil encontrar a serenidade necessária para educar quando a pessoa se sente invadida por sentimentos de culpa. É preferível aprender com o erro e rectificar. O que é verdadeiramente importante é adquirir estratégias educativas alternativas que sejam mais positivas.
E: Que conselhos dá para que se eduque sem alterar o tom de voz? GB: Quando os gritos surgem nas relações interpessoais convém analisar várias questões: em que contexto se produzem, com que frequência, quem perde habitualmente o seu papel... Os gritos surgem da sensação de impotência e perda de autoridade dos pais; em algumas ocasiões são fruto do seu próprio mal-estar pessoal. Um pai ou uma mãe felizes podem realizar melhor a sua tarefa de educar. Devem evitar sobredimensionar algumas questões secundárias, que podem perturbar as relações com os seus filhos e que não são assim tão importantes. Devem também aprender a contar até dez antes de falar e, inclusive, até cem. E, se em algum momento, perderem as estribeiras, saberem desculpar-se.
E: Apresenta vários conceitos básicos para uma educação positiva com crianças e adolescentes, como o respeito, o diálogo e o afecto. Se faltar um deles, é impossível educar? GB: Pretendi abordar as bases de uma verdadeira educação integral. Evidenciei a importância de melhorar a comunicação a partir da compreensão e de uma escuta real dos filhos. Destaquei a importância da coerência e o sentido de imparcialidade e da justiça como elemento imprescindível para que os educadores possam ter autoridade moral. No ambiente familiar, considero essenciais o afecto, a motivação, o elogio e o reconhecimento. Assim como o desenvolvimento de princípios e valores humanos de convivência que possibilitem uma adequada integração social do jovem e a sua progressiva participação positiva na sociedade.
E: Como explicar a um pai ou a um professor que não deve gritar para impor o seu ponto de vista? GB: Convém recordar os efeitos negativos dos maus modos da comunicação. O constante desgaste da autoridade, a perda da razão - mesmo quando realmente a têm -, os sentimentos de culpa, a diminuição da auto-estima na criança, a perda de confiança e a deterioração das relações. A melhor forma de ensinar o autocontrolo aos filhos é mostrando-lhes com a nossa própria conduta. Há um maravilhoso aforismo latino que diz que "a palavra ensina, mas o exemplo arrasta". Não podemos pedir aos filhos que não levantem a voz e dizê-lo aos gritos. O diálogo baseia-se na escuta. Escutar o outro é deixar ser. É tentar entender e respeitar o seu ponto de vista.
E: Pela experiência que tem, em psicologia educativa, os pais gritam muito com os jovens? Em que situações o fazem mais? GB: Não é a conduta habitual, mas nos últimos anos os gritos têm vindo acompanhados de um significativo empobrecimento cultural e educativo generalizado. É fácil de comprovar vendo os personagens que aparecem em diversos canais de televisão, a sua forma de expressar-se e actuar. É preciso recuperar o respeito. Uma tertúlia de televisão também é um modelo que educa. O autoritarismo que se exercia há algumas décadas converteu-se numa permissividade tão ineficaz como contraproducente. Mima-se e consente-se tudo aos filhos. Os pais acabam por se verem quase ameaçados pelas crianças que também gritam e que, na realidade, estão reclamando autoridade e normas claras. E quando querem recuperar parte desse poder, que tinham perdido, só lhes ocorre, em muitos casos, recorrer a gritos e a maus modos.
E: É o que se passa nas escolas? Um professor que pontualmente grita não é respeitado? Perde-se a autoridade quando se grita? GB: A docência é uma tarefa muito complexa cujo valor deve reinvidicar-se continuamente como contribuição para melhorar a sociedade. O docente é um agente de mudança social. Há muitas formas de fazer valer a sua autoridade na aula. O professor deve ser um modelo, uma referência moral, um exemplo de conduta. Daí deriva a autoridade moral que lhe conferem os seus alunos, de um verdadeiro líder que se destaca pelo seu poder de influência. Há professores que perdem a sua autoridade devido à sua falta de sentido de equidade e de justiça, mostrando arbitrariedades, demonstrando favoritismos. Os alunos tendem a perder o respeito perante essas condutas. E os professores podem tentar manter uma autoridade meramente aparente, à base de castigos; ou então gritar e perder o controlo perante os seus alunos, com a consequente progressiva perda de autoridade.
E: Na sua opinião, qual o papel que as novas tecnologias estão a ter na educação dos mais novos? GB: Um papel muito destacado. A Internet é uma font_tage inesgotável de informação que permite satisfazer a curiosidade dos jovens. O que devemos aprender é a despertar neles essa curiosidade, esse desejo de investigar, de saber, de descobrir. Há que também ensinar a manusear adequadamente essas novas tecnologias, de modo que cumpram uma função verdadeiramente educativa, que não é incompatível com o seu carácter lúdico. Por outro lado, as novas tecnologias, mal entendidas, podem levar à retracção e à perda de habilidades sociais dos jovens, assim como ao empobrecimento da linguagem, que tende a simplificar-se, e ao descuido na escrita em determinados suportes informáticos. Uma boa supervisão - e não me refiro ao controlo - por parte dos pais conduz a um uso adequado e ao aproveitamento de todas as vantagens que acompanham as novas tecnologias.
Queremos ajudar a construir um futuro melhor para as crianças em Portugal.
Responsabilidade Social em Portugal A IKEA Portugal orgulha-se de lançar a primeira edição do Fundo IKEA Colabora, uma iniciativa destinada a proporcionar um melhor dia-a-dia para as crianças em Portugal. Esta iniciativa enquadra-se na política de responsabilidade social da IKEA a nível nacional, elegendo as crianças como o público-alvo de intervenção social da IKEA.
Em que consiste o Fundo IKEA Colabora: O Fundo IKEA Colabora consiste num donativo, no montante de 50.000€, atribuído pela IKEA à entidade sem fins lucrativos que proponha desenvolver um projecto social que incida sobre a saúde, educação, situação económica de risco ou exclusão de crianças em Portugal.
Constituem como critérios de avaliação das propostas apresentadas, o impacto social, a sustentabilidade e a originalidade e criatividade do projecto.
Este artigo originou-se de uma pesquisa sobre o estado da educação prisional na Europa. Apresenta uma reflexão, em vários planos e aspectos, sobre as actividades educacionais desenvolvidas nas prisões, procurando identificar os problemas de ordem organizacional, metodológica e social que as determinam ou que as limitam.
No âmbito do Sistema da Acção Social gerido pelo Instituto da Segurança Social, I.P., o apoio social pode ser desenvolvido por serviços e equipamentos sociais de apoio às pessoas e às famílias, envolvendo a participação de diferentes entidades, nomeadamente, os Estabelecimentos Integrados, as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras instituições públicas ou privadas.
Garantir aos cidadãos o acesso a serviços de qualidade, adequados à satisfação das suas necessidades e expectativas, é um desafio que implica o envolvimento e empenho de todas as partes interessadas.
Neste âmbito e com o objectivo de constituir um referencial normativo que permita avaliar a qualidade dos serviços prestados e consequentemente diferenciar positivamente as Respostas Sociais, o ISS, I.P., desenvolveu Modelos de Avaliação da Qualidade das Respostas Sociais, aplicáveis a Lar Residencial, Centro de Actividades Ocupacionais, Lar de Infância e Juventude, Centro de Acolhimento Temporário, Estruturas Residenciais para Idosos, Creches, Centros de DiaeServiços de Apoio Domiciliário.
A elaboração destes Modelos teve como objectivos:
Ser um instrumento para a auto-avaliação das Respostas Sociais, permitindo rever de uma forma sistemática o seu desempenho;
Apoiar no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade, permitindo uma melhoria significativa da sua organização e funcionamento;
Agregar num referencial normativo, todos os requisitos aplicáveis a uma Resposta Social, independentemente da natureza jurídica do estabelecimento.
Para apoiar na implementação deste Modelo, foram desenvolvidos alguns Instrumentos aplicáveis a cada Resposta Social, nomeadamente, o Manual de Processos-Chave e Questionários de Avaliação da Satisfação dirigidos a clientes, colaboradores e parceiros.